hotel em fortaleza

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Famosas, como Patrícia Poeta, falam da alegria de ser mãe

Preta Gil, Crisitane Arcangeli, Mônica Torres e Juliana Veloso também deram seus depoimentos
Quantas mulheres já não passaram pelo difícil momento de ouvir o apelo do filho desejando colo, um pé fora da porta de casa rumo ao trabalho, a cabeça na montanha de e-mails que a esperam no computador do escritório e aqueles olhinhos tristes implorando atenção? Então, bate uma tremenda culpa, um pouco aliviada pela clareza de quanto o trabalho é importante no equilíbrio da família e, entre beijos e longas despedidas, a vida vai se arranjando. Foi no dilema maternidade X profissão que CONTIGO! buscou inspiração para homenagear as mães no ensaio fotográfico das próximas páginas. Realizamos o sonho das mulheres: trabalhar com prazer e ter o filho à vista o dia todo! Para acarinhar, beijar, brincar ou, simplesmente, olhar a cria.

Patricia Poeta e Felipe
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Risadas sem fim
De tanto acompanhar Patrícia Poeta, 34 anos, nas gravações das chamadas do Fantástico, Pipo, ou melhor, Felipe, 8 anos, já sabe mexer em vários equipamentos. ''Aprendi a deixar a minha mãe verde. E também já a fiz ficar bem gorda'', entrega o garoto aos risos. Orgulhosa, a apresentadora revela que Felipe dá até sugestões de pauta e critica as matérias de que não gosta. ''Recentemente ele me pediu para gravar os coleguinhas jogando futebol e depois mandar para o quadro Bola Cheia e Bola Murcha'', conta Patrícia, que faz questão de buscá-lo na escola e conferir o dever de casa. ''Já levanto programando o meu dia para exercer todas as minhas funções. O mais importante para a mãe que trabalha fora é saber se organizar'', destaca. Há pouco tempo, a jornalista e o filho viraram colegas de tênis. Segundo Patrícia, as partidas são especiais. ''Claro que continuo sendo a mãe dele, mas nesse momento somos colegas. Dá uma sensação boa'', confessa.



Cristiana Arcangeli e Isabella
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Boas companheiras

Presente, mas sempre estimulando a independência. Da mesma forma que controla seus negócios, a empresária Cristiana Arcangeli, 46 anos, assume a condição de mãe de Isabella, 11, e Bianca, 26. ''Bianca se formou em administração e mora sozinha, mas Isabella vive comigo e eu a acompanho bem de perto. Vejo a lição, estudo com ela e faço tudo junto'', ressalta Cristiana. Como a caçula fica o dia todo na escola e tem várias atividades, como balé, é raro visitar a mamãe no escritório - quando isso ocorre é pura festa! As garotas gostam mesmo é de acompanhar Cristina em eventos e feiras. ''Elas ajudam a vender, a montar os estandes... Serão excelentes mulheres de negócios'', afirma, e acrescenta: ''As duas são ótimas companhias. Adoramos jantar fora, ler, ir ao cinema e praticar esportes juntas''.


Preta Gil e Francisco
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Parceiros musicais

De tanto orgulho que sente da carreira da mãe, Francisco, 16 anos, praticamente conversa de igual para igual com ela sobre o assunto predileto dos dois: música. ''Francisco foi criado nos palcos, primeiro nos shows do avô e, depois, nos meus. Ele sempre gostou muito desse ambiente, do backstage, dos estúdios, até que começou a fazer música. Desde os 3 anos ele toca bateria. Aos 6 ganhou o primeiro violão, que aprendeu a tocar sozinho. E agora faz aula de canto, violão, piano, bateria, percussão...'', conta Preta Gil, 36, cheia de admiração pelo filho. ''Nunca aprendi a tocar nenhum instrumento e ele sabe tocar vários de ouvido. É um dom que nasceu com ele.'' De uns dois anos para cá, o adolescente, que segundo Preta também compõe e canta muito bem, começou a expressar o desejo de se profissionalizar. Não será surpresa alguma se, em breve, mãe e filho iniciarem uma turnê juntos.


Mônica Torres, Stephanie e Francisco
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Carinho na ponte aérea
Por causa dos capítulos finais de Ribeirão do Tempo, a agenda de Mônica Torres, 53 anos, ficou mais atribulada nas últimas semanas. ''Como moro em São Paulo e a novela é gravada no Rio, vivo na ponte aérea'', afirma a atriz. Antes de pegar o avião quatro ou cinco vezes por semana, ela não abre mão de deixar Stepanhie, 11, e Francisco, 8, na escola. ''Se volto no mesmo dia, tudo bem. Mas quando isso não é possível, noto que eles ficam mais agitados... Por isso, sempre tento estar em casa para colocá-los para dormir'', diz Mônica, que detesta ficar muito tempo sem administrar a rotina dos dois. Nos fins de semana, ela carrega os filhos para o Rio. Enquanto decora os textos da novela no aeroporto, as crianças brincam com o celular, leem, usam a internet da sala viP... A filha mais velha Bel, 26, dá força quando a correria aperta.


Juliana Veloso e Pedro
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Mimos dentro d’agua

''Não consigo ficar longe do Pedro. Quando ele era bebê, eu pedia para a minha mãe trazê-lo para perto de mim. Eu tinha de vê-lo na borda da piscina enquanto treinava'', conta Juliana Veloso, 30 anos, atleta do Fluminense nos saltos ornamentais. Pedro tem hoje 1 ano e 9 meses e vai para a creche enquanto a mamãe trabalha. Aos sábados, porém, Juliana o carrega para o clube. ''Ele adora ver os saltos, bate palminhas'', diz envaidecida. Com uma agenda cheia de viagens, a atleta costuma levar o filho a tiracolo em algumas viagens, mesmo internacionais. O rendimento na água mudou depois do nascimento do pequeno. Antes, Juliana treinava até nove horas por dia. Hoje, consegue no máximo quatro, mas acha que a performance ganhou em qualidade. ''Pretendo engravidar novamente depois da próxima Olimpíada. Meu marido só quer mais um filho, mas a minha esperança é fazer gêmeos'', revela rindo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

RISCOS DE UMA GRAVIDEZ TARDIA

É preciso avaliar os antecedentes da futura mãe

“Na gravidez, há um equilíbrio muito grande, porque é uma situação natural”, diz o obstetra Vicente Souto. Porém, a sociedade actual confronta-se com um número, cada vez maior, de mulheres que, objectiva e decididamente, querem engravidar em idades avançadas. Antes de uma tal decisão, importa procurar o médico e fazer o diagnóstico pré-natal
Porque os casais e os indivíduos têm o direito fundamental de decidir livremente e com inteira responsabilidade sobre o número de filhos que querem ter, e também acerca do momento do seu nascimento, cada um tem os filhos na idade que tem e quando pode, comportando e assumindo eventuais riscos.
A “modernidade” de ser mãe aos 40 anos reforça o papel do médico e aproveita as vantagens dos avanços da medicina. 
Há na verdade esta tendência actual e retirando-se peso a diversos receios próprios de uma gravidez mais tardia.
“A situação é um bocado diferente da que se verificava há alguns anos. Antigamente, a mulher que tinha filhos com idade mais avançada provinha, geralmente, das classes menos favorecidas; sobretudo, porque não fazia a prevenção nem se preocupava com o planeamento familiar”, observa o obstectra, constatando que, hoje, muitas mulheres pensam, antes de mais, em se realizarem profissionalmente para, então sim, se preocuparem com a maternidade.
“As coisas têm-se modificado”, assegurando-se que muitas dessas mulheres que engravidam aos 40 anos são “pessoas com uma situação económica diferente, porque já têm uma vida estabilizada”.


A gravidez é um estado natural

Sendo a gravidez ou gestação um estado fisiológico particular - mas natural - no qual se encontra a mulher portadora de um óvulo fecundado, nas idades ditas férteis, “começam, igualmente, a aparecer os casos extremos daquelas senhoras que, na menopausa ou na pré-menopausa, também querem ter filhos”.
Nesse contexto, os especialistas chamam a atenção para um recente estudo estatístico norte-americano que aponta para a existência de uma centena de mulheres com idades próximas dos 60 anos e que quiseram ser mães, recorrendo à implantação de ovócitos. “Aqui, o problema é outro”, reconhecem os obstetras, adivinhando “problemas éticos complicados”. “Há o direito à reprodução, que toda a mulher tem. Mas, depois, há que encontrar limites”, até para evitar dificuldades aos filhos perante o envelhecimento dos pais, que já têm menos oportunidade de planificarem o futuro.
A par das possibilidades tecnológicas e científicas que permitem a uma mulher com mais de 35 anos engravidar, não obstante o aumento das dificuldades de ovulação, acresce também o número de mulheres com idade mais avançada (40 e 50 anos) – para as quais a gravidez se torna progressiva e naturalmente impraticável, porque já iniciaram a perda dos folículos e apresentam falência ovárica – que pretendem ser mães. As soluções são as mais diversas. Tudo depende dos recursos (naturais, científicos, económicos...) e das balizas éticas, fundamentalmente quando se pede um óvulo emprestado e se paga aluguer por uma barriga.


Engravidar mais tarde

Na verdade, “mesmo na menopausa, o útero está em condições de desenvolver uma gravidez”, sublinha Vicente Souto, dando ênfase às consequências disso.
“Há, efectivamente, muitos riscos acrescidos em relação à mulher”, repara o médico, a propósito de um conjunto de alterações fisiológicas e a nível do sistema circulatório. “Também se admite que os filhos dessas mulheres vão, provavelmente, ter problemas congénitos mais complicados”, acrescenta o especialista, registando que “em cada cinco gravidezes, nos Estados Unidos, há uma gravidez de uma mulher com mais de 35 anos”.
Ao considerar a faixa etária dos 40 anos, Vicente Souto diz ser acrescida a possibilidade de riscos, nomeadamente de anomalias cromossómicas. “Por exemplo, o risco de ter um filho com síndroma de Down (mongolismo ou trissomia 21) é tanto maior quanto mais velha for a mãe”, sublinha.
Embora este seja um domínio delicado - cabendo aos especialistas escolher as respostas mais adequadas, a fim de defender sobretudo as mães de sentimentos de culpabilidade e desconforto -, o médico acentua a importância do diagnóstico pré-natal, no sentido de detectar cromossomopatias ou alterações genéticas.
A par destas contingências, “uma mulher de 40 ou 42 anos está mais susceptível de apresentar diabetes e, entre outros, problemas circulatórios”. No entanto, “pelo facto de se tratar de uma mãe primíra ou de uma mulher multípara, sob o ponto de vista obstétrico, as coisas funcionam de maneira diferente”.
“É importante avaliar os antecedentes obstétricos de uma pessoa para poder fazer um juízo de valor sobre os riscos”, faz notar o anterior director clínico da Maternidade Bissaya Barreto, acrescentando que, se calhar, “a mulher mais velha até poderá ter um parto mais fácil, embora esteja mais sujeita a outros riscos, como os de hemorragias pós-parto”.
No que concerne às hipóteses de abortamento, a sua evolução depende, principalmente, da idade da gravidez. Todavia, a idade da gestante também tem a sua influência. Pois, as primíparas muito novas ou de idade avançada abortam mais vezes. “É evidente que uma mulher de 40 anos ou mais vê aumentados os riscos de prematuridade e de abortamento”. 
Quando a futura grávida tem uma idade à volta dos 40 anos, “ela tem de ser esclarecida acerca da sua maior probabilidade de abortamento e de um parto prematuro”, sendo de ressalvar que, nesta faixa etária, “os riscos não são muito significativos”. “O problema coloca-se, sobretudo, a partir dos 45 anos; nessas condições, há uma subida percentual de riscos muito acentuada”,  e de modo algum não há motivos para encontrar “razões para que, humanamente, desaconselhemos uma pessoa a ter um filho”. “Tem é de estar segura dos riscos que pode correr”.
  

Mulheres mais velhas têm filhos mais equilibrados

Será?
Claro que não é possível generalizar, mas uma pesquisa inglesa confirmou o que o senso comum indica: quantas vezes ouvimos uma mulher dizer “meu segundo filho foi mais calmo, dormia melhor à noite, era menos birrento do que o primeiro”?
O estudo foi internacional. Acompanhou crianças nascidas de mulheres com mais de 40 anos. A conclusão é que essas crianças são menos propensas a se ferir em acidentes, são internadas com menos frequência em hospitais e costumam ter todas as vacinas em dia. Seriam, em suma, mais bem cuidadas e mais equilibradas.
O pediatra Alastair Sutcliffe comentou as conclusões da pesquisa na Universidade inglesa de Warwick. Embora ele reconheça que os médicos não recomendam adiar muito o primeiro filho – uma escolha comum na atual geração de mulheres mais instruídas e que trabalham fora -, o Dr Sutcliffe afirmou que “mães mais velhas têm um desempenho fantástico na criação dos filhos”.
Eu tive o primeiro filho aos 27 anos, e o segundo aos 32. Hoje, admito que, mesmo trabalhando fora desde os 19 anos, eu tinha muito mais maturidade para ser mãe na segunda gravidez. Claro que não é uma regra geral. E talvez, no meu caso e de várias mulheres, a tal maturidade tenha resultado menos da idade e mais do fato de ser o segundo filho, quando tudo é mais fácil por ser uma experiência conhecida. Ficamos menos ansiosas, entendemos melhor o que se passa com nosso corpo e o impacto, positivo e negativo, que um bebê provocará no casamento.
Quantos pais quarentões (não só mães) se sentem mais seguros e se doam mais aos filhos – compreendem melhor o que é paternidade.
Mesmo assim, eu não teria feito nada diferente. Fui uma mãe mais infantil da primeira vez. Uma mãe mais madura na segunda vez. Não acho que tenha influído de maneira diferente na personalidade dos dois filhos. E acho que, como toda mãe, por mais que eu tenha tentado criar e educar da mesma maneira o primogênito e o caçula, não consegui, porque um tem cinco anos a mais do que o outro.
Eu só adiaria a maternidade para depois dos 40 se não tivesse alternativa. E acho que seria extremamente difícil e duro para mim, hoje, aos 56 anos, cuidar de um filho adolescente, de 15 ou 16 anos. Acho uma bênção, a essa altura da vida, ter com eles conversas adultas e aproveitar a vida. Se tivesse tido filho quarentona, minha sensação é que, hoje, eu teria menos paciência ou menos conexão com o mundo deles, com as angústias do crescimento, a necessidade de auto-afirmação.
Afinal, não se é mãe apenas enquanto os filhos são crianças. Eles crescem. E dos 11 aos 21, eles pregam um monte de peças nos roteiros que nós traçamos. Às vezes, as moças de hoje se esquecem desse detalhe. O que você acha?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O jeito de ser mãe das famosas



Dizem que mãe é tudo igual, mas a verdade é que cada uma tem um jeito único de ser. Por meio da hora e data de nascimento, é possível calcular o posicionamento lunar no seu Mapa Astral. De acordo com a Astrologia, a Lua indica a sua maneira de cuidar, além de mostrar a forma como cada um reage emocionalmente. Confira a análise lunar de famosas como Madonna, Carolina Dieckmann e Angélica e veja o que você tem em comum com elas.
Danielle Winits deu à luz recentemente ao seu segundo filho, Guy. E ao que tudo indica, a atriz, que também é mãe do pequeno Noah, sabe como ninguém se dedicar à maternidade. De acordo com a Astrologia, ela tem Lua em Áries, que sugere reações emocionais muito intensas e vivas. Mães com esse posicionamento costumam gostar de aproveitar ao máximo os bons momentos com os filhos e expressam seu amor de maneira muito espontânea. Dessa forma, é possível que Winits seja sincera e otimista na educação dos pequenos. Num sentido negativo, ela deve aprender a lidar com a pressa, a impaciência e seu gênio esquentado.
Cláudia Raia é uma supermãe. Como possui Lua no signo de Touro, a atriz gosta de fazer tudo pelos filhos e sabe como ninguém resolver as questões das crianças com muita praticidade. Mãe de Enzo e Sophia, Cláudia pode ser apegada a eles e tratá-los com total dedicação. Com tanto empenho, é possível que os filhos percebam que sempre podem contar com essa mãe tão doadora. No entanto, quem possui Lua em Touro também precisa aprender a saber os limites de quando deve parar de ajudar.
A mãe de Violet e Seraphina sabe tudo o que acontece ao seu redor, pois tem a antena ligadíssima. Ainda é possível que ela use o humor para lidar com as questões do dia-a-dia. Acostumada a ser clicada em passeios com as filhas, a atriz deve saber como divertir e entreter as crianças com seu jeito engraçado. Quem possui Lua em Gêmeos costuma fascinar as pessoas ao se expressar com inteligência.
Halle Berry é uma mãe carinhosa, afetiva e dedicada. Com Lua em Câncer, é possível que ela use suas experiências pessoais como parâmetro para enfrentar algumas situações complicadas dentro de casa. Mãe da pequena Nahla, pode ser que ela só se sinta completa de verdade quando tem a filha por perto. Geralmente quem tem esse posicionamento consegue cultivar facilmente o afeto dos filhos, já que possui uma vocação natural para as tarefas maternas e encontra grande facilidade ao cuidar de quem ama.
Halle Berry é uma mãe carinhosa, afetiva e dedicada. Com Lua em Câncer, é possível que ela use suas experiências pessoais como parâmetro para enfrentar algumas situações complicadas dentro de casa. Mãe da pequena Nahla, pode ser que ela só se sinta completa de verdade quando tem a filha por perto. Geralmente quem tem esse posicionamento consegue cultivar facilmente o afeto dos filhos, já que possui uma vocação natural para as tarefas maternas e encontra grande facilidade ao cuidar de quem ama.
Luciana Gimenez é do tipo mãe protetora, que sabe defender sua cria. Para ela, seus filhos devem ser cuidados com toda dedicação possível. Geralmente quem possui esse posicionamento tem sensibilidade e intuição de sobra para ajudar quem ama. Como a Lua em Leão gera uma empatia natural com os processos emocionais alheios, é possível que a apresentadora consiga exteriorizar o que sente com facilidade. Uma mãe desse tipo processa as emoções velozmente, então pode se irritar com facilidade. A boa notícia é que geralmente a cólera é intensa, mas passageira.
Apesar de ser conhecida por suas polêmicas, Madonna pode adotar um comportamento tradicional na educação dos filhos. Como possui Lua em Virgem, a rainha do pop tende a ser uma pessoa muito cuidadosa, sobretudo com detalhes que fazem a diferença. Provavelmente tem uma casa muito harmoniosa, com as coisas muito bem tratadas, tudo muito ordenado e funcional. Mãe de Rocco, David, Mercy e Lourdes Maria, Madonna é do tipo caprichosa e detalhista na hora de cuidar da rotina dos filhos.
Assim como Fernanda Lima, a mãe que possui Lua em Libra pode ser vaidosa e muito elegante. Mesmo em meio à rotina atribulada, este tipo consegue encontrar tempo para cuidar dos filhos, sem descuidar da beleza. Além disso, quem tem esse posicionamento no Mapa Astral aprecia ver os dois lados de uma questão na hora de educar uma criança e não se baseia apenas em suas emoções pessoais. Sendo assim, é possível que Fernanda Lima, mãe dos gêmeos João e Francisco, seja uma pessoa movida por um forte senso de justiça.
Mãe de Vittorio, Adriane Galisteu pode ser um pouco controladora na educação do pequeno. Como possui Lua em Escorpião, é possível que a apresentadora nutra emoções fortes e profundas por quem ama. Dotadas de uma personalidade forte, as mulheres que possuem esse posicionamento são capazes de compreender os sentimentos dos outros, sem julgá-los. Quando vive a maternidade, este tipo faz qualquer coisa para ver o filho feliz.
Nicole Kidman é uma mãe bem humorada e que tem sempre uma resposta pronta para questões complexas e filosóficas. Como odeia ficar triste, é possível que a atriz evite entrar em contato com sentimentos ruins. Quem possui esse posicionamento sabe rir dos problemas e estimula os filhos a verem o lado bom da vida. Mãe de Isabella, Connor, Sunday Rose e Faith, Nicole tem tudo para saber dar uma ótima educação aos filhos, já que sabe como ninguém encontrar tempo necessário para cuidar de cada um.
Grávida de seu primeiro filho, Daniele Suzuki possui Lua em Capricórnio. Isso sugere que a atriz e apresentadora poderá ser uma mãe rígida, que nutre o desejo de que seu filho se torne um ser humano melhor. Mulheres que possuem esse posicionamento são dotadas de muita lucidez emocional. Por esse motivo, podem aparentar ser um tanto ásperas na educação das crianças, mas é importante lembrar que esses tipos só ralham com quem amam.
Mãe de Joaquim e Benício, Angélica vive a maternidade de uma forma bem moderna. Como possui Lua em Aquário, é possível que ela esteja mais para amiga dos filhos, do que para uma figura materna. Quem tem esse posicionamento no Mapa Astral é afável e isento de preconceitos. Este tipo de mãe costuma apreciar os filhos da maneira que eles são, com suas singularidades e diferenças. Outra característica da Lua em Aquário é o gosto pela liberdade e pelo lema "viva e deixe viver".
Doce e compreensiva, Carolina Dieckmann é uma mãe que demonstra ter grande conhecimento de quase tudo que se passa na alma de seus filhos. Como possui Lua em Peixes, ela consegue perceber alguns detalhes da realidade que passam despercebidos aos olhos das outras pessoas. Sendo assim, quem tem esse posicionamento é alguém com quem os filhos sempre poderão contar, pois, para essa mãe, o bem-estar do outro vem em primeiro lugar.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Solange Couto vai ser mãe de um menino

Atriz, que está no quarto mês de gravidez, ainda não se decidiu sobre o nome do herdeiro


É menino o herdeiro de Solange Couto. A atriz, que está no quarto mês de gravidez, anunciou que soube da novidade depois de fazer um exame de sangue. A informação é da coluna Olá!, do jornal Agora, desta sexta-feira (25).

O bebê é fruto do relacionamento entre Solange, de 54 anos, e Jamerson Andrade, de 24 anos. A atriz disse que ainda não se decidiu sobre o nome do bebê, mas está radiante com a notícia.

Ela já é mãe de Márcio, de 36 anos, e Morena, de 19. Em entrevista ao R7, na época em que ficou sabendo da gravidez, Solange disse que adotou medidas simples no dia a dia para não comprometer a gestação, considerada de risco.

- Não estou mais dirigindo. Meu marido me leva na Record. Também desci para o quarto de hóspedes da minha casa. Não posso fazer muito esforço e encarar uma escada. Nunca pensei em ter vida de rainha. Sou tranquila.

Na ocasião, a atriz, que na televisão interpreta a Sancha deRibeirão do Tempo (Record), revelou também que não tinha planos de engravidar. Ela e o marido pretendiam adotar uma criança depois de se casarem.

- A gente planejava adotar um filho daqui a dois anos. Daí aconteceu a gravidez e ficamos contentes. Tenho 54 anos. Sei que não sou mais uma menina, mas tenho muita saúde. Tanto que consegui engravidar. Gravidez é saúde. 



Philippe Lima/AgNews

A atriz, grávida de quatro meses, ao lado do marido, Jamerson Andrade, de 24 anos

sexta-feira, 1 de abril de 2011

SER MÃE

SER MÃE
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.

Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

* * *

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.

E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.

terça-feira, 8 de março de 2011

O que significa ser mãe nos dias de hoje

“Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lc 1,28)
Quando me convidaram para escrever o que significa ser mãe nos dias de hoje, pensei em muitas coisas ao mesmo tempo. Pensei em falar da alegria e emoção inexplicáveis que é ser mãe. Pensei na dura rotina das mães que trabalham fora de casa, mas que não deixam de ser responsáveis pelas tarefas domésticas, acumulando inúmeras funções todos os dias. Pensei no desejo de ser mãe, que continua sendo o sonho e a maior realização de toda mulher, embora não seja o único (ao desejo de ser mãe somam-se os desejos de realizar-se profissionalmente, de estudar, de ser bonita, boa companheira, etc.). Pensei em falar das angústias de um mundo com valores tão distorcidos, do desemprego, do terrorismo, do individualismo e de tantos outros problemas que influenciam a educação de nossos filhos.
No entanto, qualquer que fosse o caminho escolhido para escrever sobre este tema, seria difícil percorrê-lo sem amparar-me nos ensinamentos da maior de todas as mães: Maria.
Presença marcante na vida e na obra de Jesus, Maria encorajou seu filho a enfrentar as dificuldades que lhe eram impostas por ser Ele filho de Deus. Maria sustentava e valorizava os dons de Jesus, sem poupar-lhe de todo sofrimento. Deu-lhe força nos momentos mais difíceis, encorajando-o inclusive a carregar a cruz para que pudesse realizar sua maior missão, pois sabia o quanto a morte de seu filho seria fundamental para a salvação da humanidade.
Que mães somos para nossos filhos? Como podemos ser mães encorajadoras, num mundo de angústias e medos? Como podemos seguir o exemplo de Maria nos dias de hoje, valorizando os dons de nossos filhos e fazendo-os crescer no sofrimento?
Acho impossível enfrentar incertezas sem fé. Se ser mãe continua a ser a maior realização de uma mulher, educar os filhos é cada vez mais difícil, por isso acredito que não há educação possível se ela não estiver amparada em Deus. Afinal, quem são nossos filhos, senão aqueles que nos fazem acreditar na valorização e perpetuação da vida?
Quando mergulho em imagens e pensamentos sobre os problemas atuais, olho para meus filhos e me encho de esperança, pois vejo Deus agindo por meio deles.
Há alguns dias, quando cheguei em casa após um desses longos dias de trabalho, meu filho de 7 anos me surpreendeu com a seguinte frase: “Mãe, você é a minha luz. Quando você não está em casa eu fico apagado!”. Em sua pequena sabedoria, ajudou-me a terminar minhas reflexões sobre o que significa ser mãe hoje: é ser uma luz no caminho dos filhos. No entanto, essa luz não tem gerador próprio. Toda mãe precisa alimentar-se da palavra de Deus e colocá-la em prática. E pôr nas mãos de Deus parte da criação dos filhos, pois, para aqueles que amam a Deus, tudo concorre para o bem, como lembra São Paulo (Rm 8,28).