quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mães famosas que adotaram seus filhos

Para algumas mulheres, a adoção é o caminho para ter o filho tão desejado. Entre esses exemplos de amor incondiconal estão Glória Maria, Elba Ramalho, Astrid Fontenelle, Mônica Torres e Drica Moraes


Glória Maria carrega no colo as filhas, Maria e Laura

Ser mãe é uma missão, mas nem todas as mulheres acreditam que isso está relacionado ao fato de gerar ou não uma criança, mas, principalmente, ao fato de amar incondicionalmente. Este é um dos pontos importantes que caracterizam uma mulher que adota uma criança: amor incondicional. No mundo dos famosos há uma lista imensa de mulheres que adotaram crianças, entre elas, Glória Maria, Astrid Fontenelle, Elba Ramalho, Mônica Torres e Drica Moraes.

Apesar de o processo de adoção no Brasil ser algo penoso, lento e desgastante, quem decide adotar se sobrepõe a qualquer obstáculo e de fato essas mulheres se tornam verdadeiras leoas para defender sua prole. Uma dessas leoas é a jornalista Glória Maria, que adotou logo de cara duas meninas: Maria, de 2 anos e 3 meses, e Laura, 1 ano e 3 meses. Coragem? Muita, Glória que sempre foi reconhecida pelo seu talento profissional, agora também é um exemplo de mãe que consegue participar do dia a dia das filhas.

Quem também enveredou pelo caminho da adoção para ter um filho tão desejado e mostra que amor de mãe não depende de gestação foi a apresentadora de TV Astrid Fontenelle, que adotou há dois anos o pequeno Gabriel. "Entendem agora o motivo de tanta felicidade? Gabriel é meu filho! Querido, desejado, sonhado e amado! Agora sim eu tenho uma família... que pra sempre, incondicionalmente eu vou amar", disse Astrid pouco tempo antes de voltar à TV com o programa Happy Hour, do GNT.

A cantora Elba Ramalho, embora já tivesse um filho fruto de seu casamento com Mauricio Mattar, o Luã, adotou três meninas: Maria Clara, Maria Esperança e Maria Paula"Sempre sonhei em adotar uma ou mais crianças, disponibilizando meu amor maternal, educação e tudo o mais que compete a uma mãe", declarou Elba na época. "Tenho mais orgulho dos meus filhos do que dos 30 discos que lancei", brincou Elba.

Outro casal que teve a iniciativa de adotar não apenas uma, mas duas crianças, foi o ator Marcello Anthony e a atriz Mônica Torres, que se separou recentemente. A mãe de Francisco e Stephanie ainda pensa em aumentar a prole. "Tenho vontade de adotar mais um filho. Afeto eu tenho de sobra para mais um, mas não sei se isso vai se realizar", declarou Mônica.

A atriz Drica Moraes é outra celebridade que optou pela adoção e se tornou mãe do pequeno Mateus."Você ter uma criança que escolheu com amor, com coração, é algo indescritível", disse a atriz.

No cenário internacional, a prática da adoção já é bem comum, principalmente entre as estrelas de Hollywood que se encantam com crianças de países mais pobres durante gravações de algum filme.Angelina JolieSandra BullockMadonnaMeg RyanNicole Kidman são algumas dessas celebridades que adotaram crianças mundo afora. Mas quem ainda está no topo em número de adoção é a atriz Mia Farrow, que adotou 10 de seus 14 filhos no exterior.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O QUE UMA MÃE PODE FAZER POR UM FILHO!

 Todos os dias peço a Deus para que me ensine a ser mãe e confesso que Ele tem atendido meu pedido. Quando vejo, aparecem livros, artigos, filmes e pessoas contando experiências das quais tiro grandes lições.
Na semana passada conheci a história de uma moça muito especial. Recém chegada ao mundo dos cristãos,  com muita sede de Deus, compartilhou sua  triste infância e adolescência, marcadas por muita dor, que agora estava sendo curada pelo Senhor. Chamarei de Ana para preservar sua identidade, já que não pedi permissão para divulgar.
Ana tinha seus 11 anos, quando seus pais se separaram. Com mais dois irmãos (ela era filha do meio) começou a viver apenas com a mãe, que dava duro para sobreviver. Nesta luta, sua mãe trabalhava muito e não permitia que as crianças conversassem sobre nada em casa. Ana disse que quando se dirigia a mãe para pedir ajuda nos deveres da escola, ela ouvia: “pode se virar sozinha, pois eu já estou cheia de problemas”. E isso era constante.
Ninguém podia pedir ou falar nada à mãe. Até que um dia, ao voltar da escola, ela e a irmã mais velha chegaram em casa e se depararam com malas na sala. Sua mãe disse que iria embora, pois não agüentava mais tantos problemas, comunicou que elas iriam morar com o pai e que não poderiam falar nada sobre o assunto e nem chorar, pois senão iriam apanhar.
 As duas se esconderam no quarto aos prantos e colocaram um travesseiro no rosto para não serem ouvidas, com medo da punição.  Diante do desespero, as irmãs, uma com 11 e outra com 13 anos, conversaram e fizeram um acordo de ajudar a mãe para que ela não fosse embora.
Dali por diante iriam trabalhar e nunca levariam nenhum problema a ela. E assim fizeram. Uma trabalhava em casa, outra ajudava nos negócios da mãe e ninguém se atrevia a comentar nada sobre nada, afinal, a mãe não poderia ouvir, pois estava sobrecarregada. Até que Ana, aos 18 anos, engravidou do namorado, com quem mantinha relacionamento há um ano.
Desta vez, não tinha como esconder ou não falar com a mãe sobre o assunto. A mãe de Ana precisou parar para ouvi-la e diante do fato falou: ”Eu lhe apoio no que você desejar, se quiser interromper ou se quiser prosseguir com esta gravidez”. Mas, segundo Ana, o olhar de sua mãe com uma mistura de sentimentos a marcou profundamente e ela resolveu abortar. Foram momentos de muita, muita dor.
Ana compartilhou que até há alguns meses, até ter um encontro com o Senhor, não conseguia dormir sem pensar no fato ocorrido há vários anos e buscava refúgio em “baladas”, bebidas e cigarro.  Hoje, graças ao Pai, ela descobriu o perdão, também “se perdoou” e está vivendo o primeiro amor, com grandes promessas.
Quando conversamos sobre este episódio, foi nítida a percepção de que Ana engravidou (talvez até inconscientemente) para chamar a atenção da mãe, que nunca pudera dar ouvidos à filha. Durante todos aqueles anos, Ana escondeu sentimentos, emoções, dúvidas, tristezas, ansiedades, para não preocupar sua mãe (afinal, ela iria embora), mas uma gravidez seria impossível esconder, afinal, a barriga cresce, o corpo muda e o assunto é muito sério para não ser tratado.
Foi a primeira vez que a mãe de Ana parou e escutou.Resolvi contar esta história para chamar a atenção do poder que uma mãe tem sobre seu filho. Algumas podem matá-lo sem saber. Matar não no campo físico, mas espiritualmente e emocionalmente.
 Graças a Deus, Ana foi alcançada pelo Senhor, mas quantas Anas não tiveram esta mesma oportunidade e hoje vagam perdidas no mundo em decorrência das marcas deixadas por seus pais.
Vamos começar a semana pensando nisso. Vocês que são mães e vocês que ainda não são, nunca devem esquecer: “Os filhos são herança preciosa do Senhor” e cabem a nós, pais, cuidar desta herança para que ela não se perca...
Beijos no coração de cada mãe ou futura mãe, sedentas por aprender mais...